quinta, 23 de maio de 2019

Tenente-coronel Belelli é preso em operação da PF que investiga grupos de extermínio em Goiás

Tenente-coronel Belelli é preso em operação da PF que investiga grupos de extermínio em Goiás
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Tenente-coronel Belelli é preso em operação da PF que investiga grupos de extermínio em Goiás

O tenente-coronel Carlos Eduardo Belelli é um dos presos na Operação Circo da Morte, deflagrada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) e a Polícia Federal (PF) na madrugada desta terça-feira (18/12) em Caldas Novas, a 160 quilômetros de Goiânia. A informação foi confirmada pela GloboNews. O militar até concorreu ao cargo de deputado estadual pelo Partido da República (PR) neste ano, mas não foi eleito. Os detidos estão sendo encaminhados à sede da PF em Brasília. 

Segundo informações da Polícia Federal (PF), os cinco militares que foram presos são suspeitos de integrarem um grupo de extermínio em Goiás. Segundo a corporação, os principais casos investigados são as mortes de Douglas Carvalho da Silva, de 27 anos, e de Carlos Soares dos Prazeres Junior, de 18 anos, ocorridas em março de 2017, em Caldas Novas, após uma troca de tiros com militares. 

Também está sendo apurado as mortes de Darlei Carvalho da Silva, de 31 anos, e da sua namorada, Dallyla Fernanda Martins da Silva, de 21 anos, também ocorridas em março de 2017. Segundo as investigações à época, os dois foram sequestrados dentro de casa por homens encapuzados que se diziam policiais, em Santo Antônio do Descoberto. A operação visa investigar se esses confrontos eram forjados pelos policiais e se havia algum recebimento para essas mortes. A PF afirma que outros crimes também estão sendo analisados para saber se há relações com o grupo de extermínio. 

Além do tenente, também foram cumpridos mandados de prisão temporária em desfavor de um cabo, um subtenente e dois sargentos. Oito mandados de busca e apreensão também foram cumpridos. Os policiais detidos eram locados em Caldas Novas, Santo Antônio do Descoberto e Alto Paraíso de Goiás. 

O Mais Goiás entrou em contato com a Polícia Militar que, por meio de nota, disse que a Corregedoria da PM goiana está acompanhando todo desdobramento da operação. “Ressaltamos que todas as providências legais, pertinentes à Corporação, já estão sendo adotadas, e que o Comando Geral da PMGO designou uma equipe de Oficiais corregedores para atuar e acompanhar, em conjunto com o Ministério Público e Polícia Federal, o cumprimento dos mandados de prisão”, diz o texto. 

Por: Mais Goiás  

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