quinta, 27 de junho de 2019

Preso ex-funcionário da UnB que vendia maconha para alunos no campus

Preso ex-funcionário da UnB que vendia maconha para alunos no campus
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Preso ex-funcionário da UnB que vendia maconha para alunos no campus

Um ex-funcionário terceirizado da Universidade de Brasília (UnB), na Asa Norte, acabou sendo preso por tráfico de drogas no campus Darcy Ribeiro da instituição.

A Polícia Civil investigou o suspeito por cerca de duas semanas e filmou diversos estudantes comprando maconha na concha acústica, entre as unidades do Banco do Brasil e o Santander.

Segundo informações da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) do Departamento de Polícia Especializada da Polícia Civil, o homem preso se chama Oséias dos Santos dos Anjos, de 33 anos, ele vendia material de tabacaria em uma banca como disfarce e deixava um cunhado cuidando do produto e ficava nos arredores conversando com estudantes. O produto ficava escondido em árvores ou sob pedras.

A quantidade de estudantes que compravam com ele era extensa. Os agentes da Cord surpreenderam o traficante na última sexta-feira (21/09), após filmarem um grupo de estudantes comprando maconha com ele.

Oséias estavam fazendo uma vendo no momento em que foi abordado pela polícia, ele tentou resistir, mas não teve sucesso. A polícia apreendeu cerca de 50 gramas da droga no local e na casa do suspeito, em Planaltina. Na residência, os agentes apreenderam, ainda, um pé de maconha uma arma de fogo e R$ 5 mil em dinheiro. Segundo investigadores, ele estaria economizando para comprar uma nova remessa de drogas.

“Ele era uma pessoa muito conhecida e popular entre os estudantes da UnB. Ele já havia trabalhado como terceirizado no Restaurante Universitário e foi demitido durante uma mudança de administração. Ele vendia a droga pelo preço tradicional de mercado, cerca de R$ 5, a grama. E faturava uma média de R$ 200, por dia”, explicou o delegado Luiz Henrique Dourado.

O homem responderá por tráfico de drogas e porte de arma de fogo, tendo a pena somada podendo chegar até 19 anos de prisão.