segunda, 19 de agosto de 2019

Marconi Perillo é acusado de receber propina em barras de ouro e advogado nega

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Marconi Perillo é acusado de receber propina em barras de ouro e advogado nega

 A promotora Villis Marra Gomes encaminhou ao Ministério Público Federal (MPF) uma denúncia anônima a qual aponta que o ex-governador do Estado, Marconi Perillo, recebia uma propina mensal de aproximadamente R$ 500 mil em barras de ouro da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago). Segundo a denúncia, a entrega do montante era feita na fazenda do político em Pirenópolis.

 Além de encaminhar a denúncia ao MPF, a promotora direcionou a investigação ao O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). O advogado de Perillo, Luís Alexandre Rassi, negou. Ele alega que o denunciante sequer relacionou corretamente a ordem dos presidentes da Saneago. “São só absurdos, informações fora de lógica. É impossível acharem essas tais barras de ouro na casa de Marconi. Toda essa denúncia é uma inverdade”.

 Conforme o denunciante anônimo, 21 pessoas enriqueceram com dinheiro da propina. Um dos citado é Robson Salazar, ex-diretor da Saneago. Ele foi uma das cinco pessoas presas na Operação Decantação 2, na última semana. No documento consta que a residência de luxo que o diretor mora, no Condomínio Aldeia do Vale, é “incompatível com seus rendimentos”.

 O advogado de Perillo disse ter conversado com Villis Marra e afirmou que a promotora não fez juízo de valor, sequer analisou os fatos, apenas encaminhou a denúncia. “Eu li a peça dela. É um conjunto de maluquices tudo que o denunciante narrou. Segundo ele, um funcionário da Saneago teria um apartamento de R$ 250 milhões de dólares nos Estados Unidos e estaria envolvido em propina de R$ 50 mil. É tudo fantasioso e sem lógica”, afirma.

 Salazar foi solto no dia 29 de março. De acordo com o advogado do ex-governador, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou as investigações a cerca de Marconi.

Da Redação

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