terça, 25 de setembro de 2018

Jovem que matou estudante de 16 anos com tiros no rosto arquitetou o crime por um ano

Jovem que matou estudante de 16 anos com tiros no rosto arquitetou o crime por um ano
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Jovem que matou estudante de 16 anos com tiros no rosto arquitetou o crime por um ano

Misael Pereira Olair, de 19 anos, teria premeditado a morte da estudante Raphaella Novinski, de 16 anos. A afirmação é da delegada Rafaela Azzi, responsável pelo caso, que diz, ainda, que o suspeito já tinha sido rejeitado pela adolescente, o que motivou o crime.

O rapaz pulou o muro do Colégio Estadual 13 de Maio, em Alexânia -GO, no Entorno do Distrito Federal, na manhã desta segunda-feira (6). Com uma máscara e armado ele procurou a vítima entre as salas e, quando encontrou, disparou 11 vezes contra o rosto da adolescente.

A investigadora explicou que ambos moravam no mesmo bairro e se conheciam de vista. Misael então adicionou a garota nas redes sociais e tentou se aproximar de Raphaella, mas ela recusou as investidas.

"Eles moravam no mesmo bairro. Ela era conhecida de vista, então, ele a adicionou no Facebook, tentou se aproximar, mas ela recusou. A cada recusa, ele tinha mais raiva, então o amor se tornou ódio e há um ano ele premeditou matá-la. Foi o tempo para juntar R$ 2,3 mil para comprar revólver e munição".

Segundo a investigadora, Misael afirmou que "sentia ódio" da vítima e que, por isso, resolveu comprar uma arma e matá-la. "A partir do depoimento dele entendemos que ele tentou namorar com ela, mas foi rejeitado. Por conta disto, resolveu comprar uma arma, adentrar na escola onde ela estava e ceifar a vida dela", disse.

O autor dos disparos, em depoimento, relatou que não se arrepende do ato.  Ainda conforme a delegada, o suspeito afirmou que pretendia se matar após o crime. "No final do interrogatório, ele deu uma risada e disse: 'vou contar, eu ia dar cabo na minha vida com uma mistura de chumbinho que vi como era feito na rede social'. Ia tomar o veneno e efetuar um disparo, porque não queria sobreviver", disse a delegada.

(O Popular)