sexta, 15 de fevereiro de 2019

Investigação da PC conclui que criança encontrada com ferimentos na cabeça em Formosa não foi vítima de maus tratos

Investigação da PC conclui que criança encontrada com ferimentos na cabeça em Formosa não foi vítima de maus tratos
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Investigação da PC conclui que criança encontrada com ferimentos na cabeça em Formosa não foi vítima de maus tratos

 A criança de 4 anos que foi encontrada com um ferimento na cabeça, que, supostamente, teria sido ocasionado por maus tratos da parte do pai e da madrasta, porém, foi vítima de um acidente doméstico. Essa foi a conclusão do investigação pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), de Formosa, na tarde desta segunda-feira (11).

 No último dia 11 de janeiro, após uma denúncia anônima, o menor foi encontrado pela Polícia Militar (PM), junto com o pai e a madrasta dentro de um veículo. Ele estava deitado no banco traseiro e apresentava lesões na cabeça e no rosto. Na ocasião, a criança relatou que o pai teria queimado sua cabeça com um ferro de passar.

 Contudo, a investigação concluiu que o menor sofreu uma queda em sua residência, o que teria provocado os ferimentos. A delegacia alerta que “por não terem maturidade suficiente, as crianças podem apresentar um discurso frágil e sugestionado por adultos, especialmente por pessoas que não estão acostumadas a realizar uma escuta especializada”.

 Conforme divulgado pela DPCA, a criança está em bom estado e aos cuidados do pai e da madrasta, seguindo a decisão do Juizado da Infância e Juventude.

Investigação:

 Durante 30 dias de investigação, foram colhidos 13 depoimentos, analisados documentos, além de prontuários médicos e fotografias, com a participação do Instituto Médico Legal (IML) e da equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social.

 Por fim, o concluiu-se que a criança não sofreu maus tratos, nem tortura e nem mesmo crime de lesão corporal. O relato da delegacia explica que a criança, após ter sofrido o acidente doméstico, recebeu os cuidados devidos dos familiares, mas infelizmente teve um agravamento dos ferimentos em sua cabeça, os quais infeccionaram

 “As feridas melhoravam mas, na medida em que, como a própria criança relata, ‘as casquinhas iam crescendo na pele, ela mesma coçava e as arrancava’, o que colaborou para o agravamento das lesões”, explica o relatório divulgado pela delegacia.

 A denúncia de que a criança comia apenas biscoitos também ficou afastada, já que a delegada responsável pela investigação concluiu que o menor convivia com os familiares na zona rural e lá eram servidas todas as refeições.

Da Redação

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